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<title>FórumEmprego.net Forum: Emprego - Recent Topics</title>
<link>http://forumemprego.net/</link>
<description>Falar sobre emprego, desemprego, trabalho, formação</description>
<language>en</language>
<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 16:39:18 +0000</pubDate>

<item>
<title>abs on "Administrativo (M/F) -Lisboa"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/administrativo-mf-lisboa#post-337</link>
<pubDate>Wed, 11 Ago 2010 14:38:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>abs</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">337@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;A A.B.S - central de rolamentos pretende recrutar um colaborador para desempenhar tarefas administrativas diversificadas&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Requisitos:&#60;br /&#62;
- Habilitações literárias mínimas: 12º ano&#60;br /&#62;
- Com experiência&#60;br /&#62;
- Conhecimentos de contabilidade&#60;br /&#62;
- Conhecimentos de informática&#60;br /&#62;
- Conhecimentos de Inglês&#60;br /&#62;
- Boa capacidade de organização&#60;br /&#62;
- Sentido de responsabilidade e assiduidade&#60;br /&#62;
- Dinâmico (a)&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Oferecemos&#60;br /&#62;
- remuneração base compatível com função e experiência profissional&#60;br /&#62;
-subsidio de almoço&#60;br /&#62;
- contrato de trabalho em regime temporário&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;É favor enviar a sua cadidatura para:&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A.B.S- CENTRAL ROLAMENTOS LDA&#60;br /&#62;
Av. Estados Unidos nº 53 A/G&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;ou para &#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;mailto:abs.rolamentos@netcabo.pt&#34;&#62;abs.rolamentos@netcabo.pt&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>euvnc on "Oportunidade Online - Ganhar até $600/mês"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/oportunidade-online-ganhar-ate-600mes-1#post-335</link>
<pubDate>Sun, 08 Ago 2010 00:41:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>euvnc</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">335@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;&#60;strong&#62;&#60;em&#62;Uma Oportunidade 100% Online... Ideal para quem gosta da internet... Você pode trabalhar em casa no horário que desejar... É garantido e confiável porque você Não precisa investir nada para Começar a ganhar Dinheiro,,, Uma renda de até $600 Por mês trabalhando menos de 1 hora por dia! Só dependerá da sua dedicação! Para detalhes, Visite meu site pessoal: &#60;a href=&#34;//ideiasnateia.tk/&#38;quot;&#34;&#62;http://ideiasnateia.tk/&#60;/a&#62; Bons Lucros!&#60;/em&#62;&#60;/strong&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>euvnc on "Oportunidade Online - Ganhar até $600/mês"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/oportunidade-online-ganhar-ate-600mes#post-334</link>
<pubDate>Sun, 08 Ago 2010 00:40:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>euvnc</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">334@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;&#60;strong&#62;&#60;em&#62;Uma Oportunidade 100% Online... Ideal para quem gosta da internet... Você pode trabalhar em casa no horário que desejar... É garantido e confiável porque você Não precisa investir nada para Começar a ganhar Dinheiro,,, Uma renda de até $600 Por mês trabalhando menos de 1 hora por dia! Só dependerá da sua dedicação! Para detalhes, Visite meu site pessoal: &#60;a href=&#34;//ideiasnateia.tk/&#38;quot;&#34;&#62; Bons Lucros!&#60;/a&#62;&#60;/em&#62;&#60;/strong&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>tuti on "Ofertas de emprego dos jornais JN e DN agora online"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/ofertas-de-emprego-dos-jornais-jn-e-dn-agora-online-1#post-323</link>
<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 14:12:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>tuti</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">323@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;Ola&#60;br /&#62;
Há uma maior &#60;a href=&#34;//www.tuti.pt/emprego.aspx&#34;&#62;oferta de empregos&#60;/a&#62;. A oferta de emprego dos jornais JN e DN agora está online para uma melhor e mais rápida consulta.&#60;br /&#62;
No TUTI EMPREGO pode consultar enumeras ofertas
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>Carlos_valadao on "Programa Trainee Ernst &#38; Young 2010"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/programa-trainee-ernst-young-2010#post-310</link>
<pubDate>Mon, 17 Mai 2010 17:55:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos_valadao</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">310@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;Ola Pessoal,&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Pra quem está procurando emprego ou estágio a ernst e young abriu inscrições para o programa de trainee de 2010,com beneficios e salario acima da média,e o mais importante visão de futuro ..plano de carreira.&#60;br /&#62;
Achei interessante repassar pois é uma oportunidade pra quem saiu da faculdade e deseja começar bem.&#60;br /&#62;
&#60;a href=&#34;http://www.traineesey.com.br/&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.traineesey.com.br/&#60;/a&#62;&#60;br /&#62;
Boa Sorte
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>gualter f c on "direitos de administrador"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/direitos-de-administrador#post-307</link>
<pubDate>Tue, 20 Abr 2010 21:39:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>gualter f c</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">307@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;que direitos tem um administrador de uma empresa em relaçao:&#60;br /&#62;
a ferias.&#60;br /&#62;
a imdeminizaçao em caso de despedimento.&#60;br /&#62;
que motivo o pode levar a ser despedido.
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Reagir aos ataques de um colega"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/reagir-aos-ataques-de-um-colega#post-230</link>
<pubDate>Mon, 13 Abr 2009 10:37:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">230@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;O meu colega da frente faz comentários insultuosos sobre o meu trabalho e questiona a minha inteligência. Qual a melhor forma de reagir perante uma situação destas?&#60;br /&#62;
Antes de mais, deve contar à sua chefia directa (ou do seu colega) o que está a acontecer. Um estudo recente* concluiu que 7,8 por cento dos trabalhadores portugueses já foram vítimas de &#38;quot;bullying&#38;quot;. Se está a ser insultada e o seu chefe ainda não se apercebeu, não é um bom sinal. &#38;quot;A chefia tem pelo menos um dos seguintes dois problemas: ou anda muito distraída, ou não faz o seu trabalho de chefia&#38;quot;, diz Artur Nunes, responsável da Humanpersi.&#60;br /&#62;
Denunciar é a melhor forma de resolver o problema. Artur Nunes sugere uma reunião a três para discutir o problema e perceber, nomeadamente, &#38;quot;em que medida podem ser aceites na empresa comportamentos totalmente impeditivos&#38;quot; de cumprir os objectivos profissionais.&#60;br /&#62;
Se quiser tentar resolver o assunto por si, tente confrontar o agressor com calma, e num tom de voz seguro, aconselha Paula Castilho Borges, da consultora Jiminy. &#38;quot;Nunca duvide de si próprio pondo em causa o seu valor. Não se esqueça que o agressor é quem tem realmente um problema sério para resolver&#38;quot;, afirma. O essencial é continuar a fazer o seu trabalho de forma competente. &#38;quot;Não se isole&#38;quot;, diz ainda Paula Borges.&#60;br /&#62;
Ana Rute Silva&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;* de Manuel Salvador Araújo, Teresa Mendonça McIntyre, e Scott Elmes McIntyre&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://jornal.publico.clix.pt/noticias2.asp?id=302210&#38;amp;sid=58158&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://jornal.publico.clix.pt/noticias2.asp?id=302210&#38;amp;sid=58158&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Trabalhadores menos satisfeitos no emprego"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/trabalhadores-menos-satisfeitos-no-emprego#post-202</link>
<pubDate>Tue, 07 Abr 2009 10:04:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">202@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;Inquérito diz que mais de metade das pessoas acham que ganham pouco e trabalham muito&#60;br /&#62;
2009-04-01&#60;br /&#62;
ALEXANDRA FIGUEIRA&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Os portugueses estavam menos satisfeitos com o emprego, em 2008. Salário, capacidade de inovação da empresa e condições laborais recebem as piores notas, mas as pessoas continuam a dizer-se envolvidas pelo trabalho.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Os trabalhadores estavam mais insatisfeitos do que em anos anteriores, em todos os aspectos da relação laboral medidos pelo Observatório de Recursos Humanos, no inquérito Satisfação do Colaborador, disse o coordenador, João d'Orey. Em 2008, o nível global de satisfação era de 56,7, numa escala de 1 a 100, abaixo dos dois anos anteriores.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O inquérito faz perto de 60 perguntas, sobre o cumprimento das expectativas, relacionamento com colegas e chefias, conhecimento e participação na estratégia da empresa, remunerações e regalias, entre outros.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;As perguntas são agrupadas em 12 temas e respondidas por mais de 37 mil pessoas, do sector privado ou público. Os temas são depois agrupados em três indicadores - satisfação, envolvimento e lealdade - e os três caíram em 2008.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Perante o aumento da insatisfação dos trabalhadores, e a expectável menor produtividade que acarreta, João d'Orey recomenda às empresas que subam o nível de inovação, bem como a participação dos trabalhadores no processo. Não apela a mais salário porque, diz, &#38;quot;toda a gente acha que ganha pouco&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Mas, de todos os aspectos da relação de trabalho, diz o estudo, o mais determinante para a satisfação dos trabalhadores foi a capacidade da empresa em cumprir as expectativas criadas um ano antes. Se 2008 já passou, este ano ainda é possível melhorar o indicador, para assegurar uma maior satisfação em 2009.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Os trabalhadores das empresas privadas estão, em geral, mais satisfeitos do que os ao serviço do Estado, diz João d'Orey. Excepto no salário. No domínio público, indica o estudo, as pessoas dizem que os vencimentos são iguais ou superiores aos praticados no sector e na região onde vivem. Pelo contrário, apontam como principais falhas o facto de acharem que o empregador não dá as regalias que gostariam e não tem como prioridade a satisfação do cliente, cuja opinião, aliás, não se esforça muito por conhecer.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;No global, os mais satisfeitos com o posto de trabalho são os jovens, as pessoas que deixaram a escola no segundo ciclo do ensino básico e as que estão no mesmo emprego há menos de um ano. E os chefes. &#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1187155&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1187155&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Como perder muito tempo sem sair do local de trabalho"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/como-perder-muito-tempo-sem-sair-do-local-de-trabalho#post-171</link>
<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 19:55:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">171@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;Cansados das tecnologias de comunicação mas não passam sem elas. Assim se define parte da geração que nasceu e sempre conviveu com a Internet ou os telemóveis, com consequências inesperadas a vários níveis, pessoais e laborais.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O grupo etário nascido nos anos 80 é bastante activo nas redes sociais ou no uso de equipamentos móveis mas considera &#38;quot;uma boa ideia&#38;quot; parar de os usar e &#38;quot;não fica excitado com tudo o que está disponível&#38;quot; neste domínio, assegura John Horrigan, responsável de investigação do Pew Internet and American Life Project, que apresentou esta semana o estudo The Mobile Difference. Parar não é desligar-se totalmente, porque amigos e familiares usam igualmente e bastante as tecnologias para comunicarem, pelo que se sentem &#38;quot;obrigados&#38;quot; a usá-las.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O grupo etário acima dos 30 anos é diferente. Está confortável com a tecnologia e é sua entusiasta. Tem um &#38;quot;estilo de vida profissional&#38;quot; que se coaduna com o uso de &#38;quot;recursos digitais&#38;quot;. Ora com muita desta gente em empresas onde computador, Internet e telemóvel são ferramentas generalizadas, qual o impacto da tecnologia no ambiente laboral? A resposta parece simples: é responsável por muitas horas perdidas e pouco produtivas.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O Wasting Time at Work Survey da Salary.com relativo a 2008 detectou que 64% dos mais de 2500 inquiridos (55% mulheres, 90% a tempo inteiro) desperdiçam diariamente uma hora ou menos no local de trabalho, 22% atingem os 120 minutos e 14% três ou mais horas. Para quase metade, a principal &#38;quot;actividade&#38;quot; em que perdem tempo é a usar a Internet (eram 44,7% num trabalho idêntico em 2005), seguida em 33% para &#38;quot;socialização&#38;quot; com colegas - crescimento face aos 23,4% de há quatro anos. Os funcionários com mais de 50 anos são quem desperdiça menos tempo.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Ainda nos Estados Unidos, outro inquérito em 2008 da consultora de segurança Voco apontou 25% do tempo de trabalho perdido em tarefas como o download ilegal de músicas e filmes.&#60;br /&#62;
A mesma percentagem foi detectada em muitos trabalhadores para a gestão diária do correio electrónico, segundo o The Radicati Group no Messaging &#38;amp; Collaboration - Business User Survey, 2008. Em média diária, recebem uma centena de mensagens e enviam quase 40, e apenas 16% são spam.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Outro elemento perturbador da produtividade são os jogos de computador, contribuintes líquidos para a arte da procrastinação, a protelação sistemática de tarefas que é necessário realizar.Piers Steel, professor da Universidade de Calgary (Canadá) e autor do livro The Procrastination Equation: Today's Trouble with Tomorrow, explicava recentemente que algumas profissões são mais propícias a estes adiamentos, sendo um problema actual, porque muitos empregos são &#38;quot;auto-estruturados&#38;quot;, com os funcionários a gerirem o seu próprio horário de trabalho. Esta confusão de horários e mobilidade tecnológica dificultam igualmente a separação do espaço doméstico e profissional, gerando situações caricatas.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Um em cada dez utilizadores de banda larga já acedeu à Internet enquanto se servia da casa de banho, assegurou a Plusnet em Outubro. O fornecedor britânico de acesso à Internet revelou que a sala é o local preferido para usar a Internet em casa, mesmo à frente do escritório. 35% faziam-no igualmente no quarto de dormir.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A Plusnet não divulgou a metodologia ou o número de inquiridos para obter os resultados, mas, cruzando-os com outros, talvez não sejam exagerados.&#60;br /&#62;
Num estudo da Nokia nos Estados Unidos, 53% dos 500 inquiridos admitiram no ano passado atender o telemóvel ou ler e-mails na casa de banho. 24% revelaram já ter atendido o telemóvel enquanto mantinham relações sexuais. Para falar com o patrão?&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1185740&#38;amp;seccao=Tecnologia&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1185740&#38;amp;seccao=Tecnologia&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Crise pode agravar casos de discriminação no trabalho"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/crise-pode-agravar-casos-de-discriminacao-no-trabalho#post-155</link>
<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 10:45:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">155@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;Pela primeira vez em Portugal, no ano passado, um sindicato foi chamado a intervir num local de trabalho para impedir a discriminação de um casal homossexual que pretendia gozar férias ao mesmo tempo.&#60;br /&#62;
Raquel  Martins&#60;br /&#62;
&#60;a href=&#34;mailto:raquelmartins@negocios.pt&#34;&#62;raquelmartins@negocios.pt&#60;/a&#62;&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Pela primeira vez em Portugal, no ano passado, um sindicato foi chamado a intervir num local de trabalho para impedir a discriminação de um casal homossexual que pretendia gozar férias ao mesmo tempo.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A empresa argumentava que esse direito apenas estava reservado aos heterossexuais, mas acabou por reconhecer, após a chamada de atenção do sindicato, que a prática era discriminatória.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O caso relatado por Wanda Guimarães, da UGT, é uma excepção. Em regra, as situações de discriminação laboral que vêm a público estão relacionados com diferenças salariais entre homens e mulheres ou com a dificuldade das trabalhadoras acederem a determinadas profissões onde os homens são maioritários.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;As restantes formas de discriminação - religião, orientação sexual, entre outras - não são assumidas. &#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&#38;amp;id=360800&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&#38;amp;id=360800&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Trabalho nocturno aumenta probabilidade de cancro"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/trabalho-nocturno-aumenta-probabilidade-de-cancro#post-154</link>
<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 10:44:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">154@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;Estudo revela que o trabalho nocturno aumenta a probabilidade de cancro. Governos e entidades patronais estão a analisar a relação e a atribuição de compensações aos trabalhadores.  &#60;/p&#62;
&#60;p&#62;LC 18:37 Quinta-feira, 26 de Mar de 2009 &#60;/p&#62;
&#60;p&#62; A Dinamarca indemnizou 38 mulheres que desenvolveram cancro de mama, depois de terem trabalhado mais de 20 anos em horário nocturno. Segundo um estudo da Agência Internacional para a Investigação do Cancro (IARC), trabalhar de noite altera o ritmo do organismo e inibe a produção de melatonina - hormona que aumenta a probabilidade de incidência de cancro.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;É provável que os turnos de noite provoquem implicações que sejam cancerígenas para o ser humano&#38;quot;, refere o relatório, citado pelo Financial Times, que coloca este risco a par dos produtos químicos, esteróides anabolizantes, gases dos tubos de escape e lâmpadas de raios ultravioleta.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Investigadores, sindicatos médicos e doentes oncológicos estão a analisar a possível relação, depois de a Junta Nacional Industriais da Dinamarca ter aprovado uma compensação até 134 000 euros para cada uma das funcionárias que desenvolveram cancro de mama.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O estudo mostra ainda que a produtividade de um trabalhador de noite é 30% menor que de dia, além de provocar stress, fadiga, dores de cabeça, alterações cardiovasculares e digestivas. No entanto, &#38;quot;o objectivo será limitar a actividade laboral nocturna por razões técnicas e sociais e não apenas por uma questão de rentabilidade &#38;quot;, garante Laurent Vogal, director do Departamento de Saúde e Segurança dos Sindicatos Europeus.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Cerca de um quinto dos trabalhadores europeus trabalham por turnos, sobretudo nos sectores da indústria, transportes e comunicações.
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Crise leva gestores de topo à depressão"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/crise-leva-gestores-de-topo-a-depressao#post-128</link>
<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 13:21:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">128@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;Consumismo. A angústia passa pela incerteza em relação ao futuro e pelo drama de ter de despedir gente ou gerir empresas na falência. Crise de sociedade de consumo suscita também sentimento de vazio.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Deprimidos, com insónias, sem vontade de trabalhar e com dificuldade em tomar decisões. Ou perdidos ao ponto de achar que a vida já não faz sentido. São cada vez mais os gestores de topo a procurar ajuda de psicólogos e psiquiatras para lidar com a crise. Porque perderam milhões, têm de despedir pessoal ou estão em risco de ficar desempregados. Muitos vêem--se obrigados a reequacionar drasticamente o seu estilo de vida. Com estas mudanças dramáticas, vem muitas vezes um sentimento de vazio, disfarçado ao longo dos anos por uma vida material próspera, afirmam especialistas ao DN.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Tenho cada vez mais casos destes&#38;quot;, diz o psicólogo Mário Fernandes, que há quatro meses tem visto entrarem no seu consultório muitas pessoas desesperadas com o futuro. Na maioria, homens, entre os 40 e 50 anos, que durante muito tempo tiveram uma vida de luxo e uma carreira de sucesso e carregam agora a responsabilidade de gerir empresas à beira da falência e de reorganizar a vida pessoal, familiar e profissional.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;As pessoas estão angustiadas porque têm responsabilidades sociais nas empresas e sentem-se culpadas por já não conseguirem controlar a situação, nem tão-pouco acreditar no futuro, explica o psicólogo. &#38;quot;Algumas nem percebem porque não dormem, não comem, têm alterações de humor. Vêm queixar-se. Eu costumo dizer: está a chegar de Cabul, como é que não havia de estar nervoso?&#38;quot;, diz, comparando a viragem abrupta motivada pela crise financeira a um cenário de guerra.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Perante o problema, as atitudes divergem, explica: quem tem a vida consolidada em relações e afectos consegue reorganizar-se e seguir em frente, mesmo com menos dinheiro, mas com casamentos e relações familiares mais sólidas. &#38;quot;As pessoas que criaram uma fachada e encontraram no consumismo uma segurança emocional falsa, sentem-se dilapidadas.&#38;quot; São vítimas da sociedade de consumo, considera o especialista: &#38;quot;consumiam carros, casamentos, empresas. Era o modelo de felicidade. Agora houve uma travagem brusca e gerou-se uma crise de sentido&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;À Clinipinel, clínica dirigida pelo psiquiatra Carlos Amaral Dias, chegam também muitos empresários angustiados. &#38;quot;Sentem uma impotência enorme, como se estivessem num beco sem saída&#38;quot;, diz, sublinhando que as queixas destes quadros de topo são diferentes do habitual: dores musculares, falta de concentração e até alterações no desejo sexual.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;À ruptura financeira segue-se, por arrasto, a emocional. &#38;quot;Começa pela empresa e depois tudo se alastra&#38;quot;, é assim que desabafa quem, muitas vezes, ainda nem foi capaz de expor a gravidade do problema em casa ou no trabalho.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O especialista alerta para o aumento do consumo de antidepressivos e tranquilizantes sem acompanhamento terapêutico. &#38;quot;São apenas um tapa-buracos. Atenuam o sofrimento, mas não vão ao fundo da questão&#38;quot;, explica Amaral Dias, lembrando ainda que estes medicamentos causam adição.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A terapia é um trabalho delicado de reconstrução dos alicerces e sentimentos básicos que estruturam a personalidade, preenchendo os vazios que vêm à tona. &#38;quot;Quando a carapaça parte, vêm ao de cima as fragilidades&#38;quot;, explica o psiquiatra, pois esse poder que advém da posição social ou profissional &#38;quot;é muitas vezes apenas uma procura desenfreada para colmatar falhas interiores&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A reconstrução é dolorosa  e à medida do que cada um é capaz de suportar. O que não faz sentido é &#38;quot;querer recuperar a carapaça&#38;quot;, conclui.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://dn.sapo.pt/bolsa/interior.aspx?content_id=1178385&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://dn.sapo.pt/bolsa/interior.aspx?content_id=1178385&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
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<title>FD on "O drama dos pais que matam acidentalmente"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/o-drama-dos-pais-que-matam-acidentalmente#post-118</link>
<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 09:31:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
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<description>&#60;p&#62;Pode acontecer a qualquer um? Pode uma tragédia individual, única e íntima, ser tambémum sintoma de uma realidade social?Por leonor Paiva Watson&#60;br /&#62;
Ontem&#60;br /&#62;
Leonor Paiva Watson&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Em menos de uma semana, Portugal trouxe às páginas dos jornais seis acidentes graves com crianças. Todos tristes, todos absolutamente trágicos. Mas na memória colectiva - em silêncio - permanece um, pela amargura dos seus contornos. Um pai, como qualquer outro pai, esqueceu o seu bebé dentro do carro.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Horas depois, deparou-se com o pior cenário que um pai pode enfrentar, que se estende sob a acusação surda de uma sociedade inteira.Nos cafés, no mercado, numa qualquer repartição pública, nas escolas, na televisão, não faltaram logo opiniões completamente formadas, fechadas e &#38;quot;perfeitas&#38;quot; sobre o sucedido. Parecia que dentro de quem opinava o caso tinha que ser resolvido e afastado com carácter de urgência.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Explicam os especialistas que, na impossibilidade de integrarmos um determinado acontecimento no nosso sistema, buscamos uma resposta rápida para fecharmos o ciclo. De facto, o que não faltou foi rapidez e de tudo se ouviu. Ouviu-se que &#38;quot;não estamos livres que nos aconteça, porque também somos pais&#38;quot; e ouviu-se que &#38;quot;àquele pai faltava-lhe o vínculo de amor&#38;quot;. Houve mesmo quem questionasse a razão pela qual a sua mulher não o largou. Para uns vítima, para outros algoz.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Assim, imediatamente. Tudo para fecharmos o ciclo e avançarmos com a nossa vida que, pensamos nós, está distante dessas tragédias. Avisam os especialistas que não é assim, que somos humanos e que nunca nada está completamente controlado. Portanto, à pergunta 'como pode um pai (ou uma mãe) esquecer-se de um filho dentro de um carro?' segue-se uma outra para fazer devagar: poderá isto acontecer a qualquer um de nós?. E, já agora, será um drama desta natureza, individual e com contornos únicos e íntimos, apenas um sintoma da vida do protagonista? Ou poderá ser também - além da sua dimensão única e deveras íntima - o sintoma de uma realidade social?&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Quando  nós entramos em falência...&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Pode. Pode ser um sintoma da nossa realidade social. E dou-lhe o exemplo da radicalização a que chegaram as exigências laborais. Esta radicalização influencia a estrutura familiar e pode potenciar as tragédias, os acidentes&#38;quot;, explicou Manuel Sarmento, sociólogo e membro do Instituto de Estudos da Criança (IEC), da Universidade do Minho. Significa isto que as pessoas andam hoje muito mais cansadas, muito mais preocupadas, a &#38;quot;viverem a um ritmo acelerado, que não é o delas&#38;quot;, pormenoriza Paula Cristina Martins, Psicóloga e também membro do IEC.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;strong&#62;A psicóloga alerta para o facto de que &#38;quot;os indivíduos privilegiam os filhos no seu discurso, mas que é o trabalho que as domina, relegando as relações e os afectos para segundo plano&#38;quot;. Não é que gostem menos das suas pessoas e muito menos dos filhos, é só que por imposição da própria vida &#38;quot;têm menos disponibilidade de tempo e menos disponibilidade mental porque estão cansadas&#38;quot;, diz.&#60;/strong&#62;&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Esta radicalização das exigências feitas ao indivíduo cria as condições que propiciam os estados ansiosos. Basicamente, está criada a plataforma para que o nosso aparelho psíquico nos traia, &#38;quot;porque estamos pressionados, debaixo de um quadro de stress&#38;quot;, acrescenta Manuel Coutinho, psicólogo e secretário-geral do Instituto de Apoio à Criança.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Quando uma pessoa tem muita pressão sobre ela e a sua atenção está demasiado distribuída podem acontecer acidentes trágicos&#38;quot;, reitera Manuel Coutinho. Não é raro encontrarmos pessoas que estão à procura dos óculos com eles na cabeça, ou que chegam a casa do trabalho sem se lembrarem de nada relativamente ao percurso efectuado. Tudo sinais de cansaço. No fundo, há uma espécie de falência temporária. Quando esta falência se dirige a um filho, pode ser trágica, mas &#38;quot;pode não ter havido negligência consciente&#38;quot;, afirma. &#38;quot;A negligência consciente existe quando os pais facilitam num qualquer comportamento que sabem que poderá vir a ter más consequências&#38;quot;, determina.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Reformulamos, então, a pergunta de partida. Em vez de questionarmos como pôde um pai esquecer-se de um filho no carro, questionarmos apenas por que esqueceu ele o filho no carro.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Quando a memória nos trai&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A psicóloga Paula Cristina Martins avança com um exercício. &#38;quot;Imagine, por exemplo, que não é hábito levar o filho ao infantário e que a criança vinha a dormir. Imagine, ainda, que o pai, ou a mãe, estão completamente absortos porque preocupados com uma reunião de trabalho&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Serve isto para demonstrar que tendo os seres humanos comportamentos automatizados, bastará um quadro de preocupação para não processar a mudança na rotina diária. E, portanto, julgar depressa &#38;quot;é não compreender&#38;quot;, entende o psicólogo Manuel Coutinho. &#38;quot;Aos pais a quem acontece um acidente destes, onde não houve dolo, já basta serem julgados na sua consciência, independentemente de serem julgados no tribunal dos seus países. Um infortúnio destes fica para toda a vida. Nada tem que ver com a ausência de vínculos afectivos, mas com momentos de infortúnio, onde os pais por qualquer motivo, como o excesso de cansaço, baixaram a guarda de forma não intencional&#38;quot;, defende aquele especialista.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A resposta a quem disse, por exemplo, que &#38;quot;estas pessoas não deviam ter filhos&#38;quot; está dada. &#38;quot;Estas pessoas&#38;quot; somos nós, todos nós, &#38;quot;porque todos nós estamos sujeitos a uma falência temporária&#38;quot;, avisa. De facto, as estatísticas de países onde estes casos não são raros indicam que tal acontece a ricos e pobres, a pessoas altamente escolarizadas e a outras pouco qualificadas, a pais mais controladores e aos pais mais permissivos, aos mais preocupados e aos mais distraídos, aos mais inseguros, aos mais equilibrados e aos que pensam que são perfeitos e que têm sempre um conselho e uma sentença na ponta da língua. Nos Estados Unidos da América, país onde um caso destes sucede entre 15 a 25 vezes por ano, já aconteceu a um militar, a uma assistente social, a um clérigo protestante, a uma enfermeira, a um professor universitário, a um cientista, a uma pediatra, bem como a um trabalhador dos correios, a um electricista a um cozinheiro, enfim, a gente de todos os feitios e de todos os tipos sócio-económicos.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;À pergunta: 'poderá isto acontecer a qualquer um de nós?', Manuel Coutinho responde categoricamente. &#38;quot;sim, por isso é muito importante estar alerta o mais possível, porque às vezes toda a vigilância é pouca, já que numa fracção de segundos, pode acontecer uma tragédia&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A visibilidade da infância&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;E sobre tragédias que envolveram crianças intensificaram-se as notícias em Portugal, nos últimos cinco anos. Realidade extensiva a toda a Europa, de resto. Esta visibilidade centra-se nos acidentes, que é a segunda causa de morte na infância; nas notícias sobre maus-tratos, em larga medida devido ao trabalho de sensibilização das comissões de protecção de menores; e na pobreza infantil, que os relatórios da Eurostat revelam estar a aumentar.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Esta visibilidade é paradoxal. As crianças passam a ser visíveis quando são menos, isto é, nasceram menos um milhão de crianças entre 1981 e 2005 do que até então. Do ponto de vista demográfico isto é muito importante pelas suas consequências. Portanto, obrigatoriamente começou a dar-se visibilidade à infância. A outra grande razão desta visibilidade prende-se com o aprofundamento, no século XX, desta concepção de que a criança é um sujeito de direitos&#38;quot;, informou o sociólogo Manuel Sarmento. Ou seja, quando a lei consagra que a criança é um sujeito de direitos e a realidade demonstra que está cada vez mais pobre, por exemplo, colocam-se os olhos na infância. Resumidamente, a criança passa a ser tema pelo lado mais crítico.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Sim, é uma visibilidade parcial, que assenta precisamente no lado crítico. É o observar a ruptura existente entre o que é esperado e a realidade social. Tudo, porque no fundo, nós temos a esperança que a criança seja o futuro da humanidade, e em Portugal que consiga representar um país mais emancipado&#38;quot;, explica o sociólogo. Esta ideia de futuro está ligada à ideia de renascimento social, sobretudo na sequência das duas grandes guerras.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Mas, se por um lado, a infância tem cada vez mais visibilidade, por outro lado nem sempre é tratada como deveria. As exigências da sociedade quotidiana não deixam grande tempo para que a família se aperceba do ritmo a que os comportamentos da infância se alteram e da forma como esta se relaciona como Mundo. Os pais estão submersos num mundo de exigências laborais que fomentam, muitas vezes, a corrosão de carácter. Essa instabilidade influencia directamente a estabilidade familiar. Por isso, de facto, a pressão a que o sujeito se sente submetido - o facto de se sentir dominado pelo trabalho, que é o seu ganha-pão para sustentar os filhos que ama - pode potenciar o cansaço e a desatenção.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Como lidar com a tragédia&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O cansaço e a atenção muito distribuída são os detonadores de uma eventual tragédia, de um acidente onde não houve negligência consciente. &#38;quot;Quando esta acontece, o pai ou a mãe em causa vai sofrer de forma tenebrosa o resto da vida. É algo muito pesado aceitar o facto de a responsabilidade do que sucedeu ser sua&#38;quot;, resume a psicóloga Paula Cristina Martins, acrescentando que &#38;quot;o protagonista de um drama destes precisa de todo o apoio terapêutico&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Um pai a quem acontece uma coisas destas vai ter um processo de luto agravado pelo sentimento de culpa, tem que ser ajudado através da psicoterapia&#38;quot;, avança o psiquiatra Daniel Sampaio. Apesar de este pai viver com a memória do que aconteceu a vida toda, ele pode com o tempo encontrar alento para viver.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A primeira coisa que um especialista fará no acompanhamento a este pai é &#38;quot;tentar perceber os seus mecanismos habituais de defesa para, num segundo passo, reforçá-los&#38;quot;, explica o psiquiatra. Um terceiro passo será tentar encontrar na vida daquela pessoa uma motivação para viver o melhor possível.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;No caso de haver já outros filhos, convém não transportarem para eles nada do que possa acontecer, ou seja, não terem comportamentos de super-protecção. Por outro lado, convém não virem a ter outro bebé nos próximos dois anos, para que este não seja encarado, ainda que inconscientemente, como um substituto&#38;quot;, adverte ainda este psiquiatra.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Por outro lado, o outro cônjuge, a sofrer um trauma duplo, pela morte do filho e pelo facto de tal ter acontecido sob responsabilidade de quem também ama, precisa, igualmente, de todo o apoio. &#38;quot;O casal precisa de apoio e precisa de conversar muito. É importante que este cônjuge não culpabilize o outro&#38;quot;, termina Daniel Sampaio.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://jn.sapo.pt/Domingo/Interior.aspx?content_id=1178015&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://jn.sapo.pt/Domingo/Interior.aspx?content_id=1178015&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
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<title>FD on "Trabalho temporário: pedidos de ajuda disparam"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/trabalho-temporario-pedidos-de-ajuda-disparam#post-113</link>
<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 12:03:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
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<description>&#60;p&#62;18-03-2009 - 19:54h&#60;br /&#62;
Provedor recebeu 25 processos em Janeiro e Fevereiro, metade do total dos registados em 2008&#60;br /&#62;
Por: Rui Pedro Vieira&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Os pedidos de ajuda de trabalhadores temporários dispararam nos dois primeiros meses de 2009. Em entrevista à Agência Financeira, o provedor do trabalho temporário, Vitalino Canas, explicou que já recebeu 25 processos em Janeiro e Fevereiro, valor que representa cerca de metade do total de casos que lhe chegaram às mãos em 2008.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A poucas semanas de apresentar o seu relatório de balanço do sector, Vitalino Canas sublinhou que a grande maioria de pedidos incidem sobre informação jurídica personalizada, nomeadamente questões associadas à remuneração, caducidade de contrato ou subsídios de férias. «Os trabalhadores raramente dirigem queixas formalizadas», explicou. No entanto, sempre que tal acontece, há um encaminhamento dos casos e a avaliação da situação das empresas, terminando com recomendações.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;As primeiras vítimas da crise&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Além disso, o provedor do trabalho temporário reconheceu que o sector está a sofrer na pele os efeitos da crise financeira e lembrou o caso da Autoeuropa, com a opção da empresa em não renovar os contratos de 254 trabalhadores temporários.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;«Em situações em que aumenta o desemprego, as primeiras pessoas e os primeiros trabalhadores a serem afectados são os trabalhadores que têm contactos não firmes. Também por experiência, as empresas dizem que quando esse período de crise passa o primeiro a reanimar-se é o sector do trabalho temporário», disse à AF.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Vitalino Canas reconheceu haver alguma incompreensão na distinção entre trabalho temporário e trabalho precário, mas espera que a sua acção contribua para acabar «com alguma incompreensão».&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O provedor do trabalho temporário foi criado em 2007 pela Associação Portuguesa das Empresas do Sector Privado de Emprego (APESPE). Qualquer dúvida ou queixa pode ser encaminhada para o portal oficial do provedor.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://diario.iol.pt/economia/portugal-trabalho-temporario-trabalho-vitalino-canas-emprego/1050664-4058.html&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://diario.iol.pt/economia/portugal-trabalho-temporario-trabalho-vitalino-canas-emprego/1050664-4058.html&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
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<title>FD on "Engenheiras discriminadas na construção civil"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/engenheiras-discriminadas-na-construcao-civil#post-96</link>
<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 16:14:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
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<description>&#60;p&#62;PATRÍCIA JESUS&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Engenheiras discriminadas na construção civil&#60;br /&#62;
Trabalho. Há áreas da engenharia onde as mulheres ainda têm dificuldade em entrar: encontrar engenheiras a dirigir obras é muito raro. O DN falou com engenheiras que enfrentaram situações de discriminação e descobriu que também é raro fazerem queixa à Comissão para a Igualdade no Trabalho&#60;br /&#62;
&#38;quot;Não queremos raparigas para trabalhos no local da obra.&#38;quot; Esta é uma resposta que Ana (nome fictício) já ouviu algumas vezes nos três meses que anda à procura de trabalho. A engenheira civil queixa-se de discriminação quando se candidata a certo tipo de posições, nomeadamente as que exigem presença diária nos locais de construção. Uma experiência partilhada com várias colegas, assegura.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Nas engenharias, a direcção de obras parece ser a última barreira, já que as mulheres estão em peso na fiscalização, nos gabinetes e nas áreas da segurança e ambiente. As empresas admitem que há poucas engenheiras no terreno, mas negam que exista discriminação.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Ana já teve provas do contrário: &#38;quot;Telefonei para responder a um anúncio e disseram-me que a vaga já estava ocupada. Fiquei desconfiada e pedi ao meu namorado para telefonar uns minutos depois. Para ele a vaga já estava disponível&#38;quot;, conta.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Para Catarina Marcelino, presidente da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE), esta é uma &#38;quot;situação clara de discriminação&#38;quot; mas &#38;quot;é preciso fazer queixa&#38;quot;. &#38;quot;Só com queixas podemos actuar e usar os números para pressionar as entidades&#38;quot;, diz. No último ano, a CITE recebeu apenas 11 queixas de discriminação por causa do sexo e nenhuma nesta área. A Ordem dos Engenheiros não tem conhecimento de nenhum caso.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Ana diz que nunca se queixou pela mesma razão que prefere não dar a cara e nos pede para não revelarmos o nome verdadeiro: &#38;quot;Neste mundo toda a gente se conhece e não quero ficar marcada.&#38;quot;&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Outras nem se lembram dessa hipótese. Foi o caso da engenheira Mónica Luz, de 30 anos. &#38;quot;Sempre quis ir para a construção mas cheguei a ouvir em entrevistas que as empresas não queriam mulheres em obras porque o pessoal não ia aceitar bem, mesmo as grandes empresas.&#38;quot; A experiência que teve nos quatro anos que esteve a dirigir obras - da Madeira ao Algarve - foi bem diferente. &#38;quot;Os primeiros dias são sempre complicados porque os trabalhadores não estão habituados a ver mulheres na obra - é raro encontrar uma -, mas tive sempre experiências muito boas.&#38;quot;&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Manuela Tavares, da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR), acrescenta que &#38;quot;às vezes as empresas embrulham a questão: falam na disponibilidade, em padrão de exigência, etc.&#38;quot;. Mas para a dirigente da UMAR, a ideia de que as mulheres têm menos disponibilidade é uma desculpa. &#38;quot;Usam-se estereótipos porque ainda não se admite que uma mulher possa estar entre homens e mandar neles&#38;quot;, diz.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://dn.sapo.pt/2009/03/14/sociedade/engenheiras_discriminadas_construcao.html&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://dn.sapo.pt/2009/03/14/sociedade/engenheiras_discriminadas_construcao.html&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
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<title>FD on "Em tempos de crise: é indicado trocar de emprego?"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/em-tempos-de-crise-e-indicado-trocar-de-emprego#post-71</link>
<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 17:41:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">71@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;blockquote&#62;&#60;p&#62;09 de março de 2009 às 00:09&#60;br /&#62;
Por Luana Cristina de Lima Magalhães - InfoMoney&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Desmotivação, falta de desafio, insatisfação salarial. Estes são alguns dos motivos que levam os profissionais a procurarem outro emprego. De repente, a proposta surge. Mas, diante desse cenário de crise econômica mundial, esta seria uma boa hora para trocar de emprego?&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Na opinião do consultor do IDORT/SP, David Carlessi, o profissional precisa fazer uma avaliação bastante criteriosa, antes de tomar qualquer atitude.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Em tempos de crise, o profissional precisa refletir sobre como está o mercado em que ele atua. Há uma redução da mão-de-obra? O mercado está estável? E a empresa que lhe ofereceu a proposta: está crescendo ou estável? A partir dessas respostas ele pode chegar a uma decisão&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Critérios&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O consultor revela também que, ao receber uma nova proposta de emprego, antes de pedir demissão, o profissional precisa analisar a sua carreira.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Antes de dizer sim para uma oportunidade, a pessoa precisa responder a si mesma algumas perguntas, como, por exemplo, como está a sua carreira? A quanto tempo você trabalha na atual empresa? A nova empresa oferece um desafio profissional maior?&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Sim ou não?&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Carlessi alerta que trocar de emprego só pelo salário não vale a pena. Para ele, a nova proposta de emprego precisa oferecer oportunidade de crescimento profissional, desafios e benefícios diferenciados.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;A empresa que lhe ofereceu emprego incentiva o crescimento dos seus colaboradores? Oferece benefícios, como o pagamento de cursos e maior participação nos lucros? Compare a instituição que você trabalha com a da proposta!&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Segundo o consultor, uma troca de emprego motivada exclusivamente pelo salário pode ocasionar uma frustração profissional.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Quando mudar?&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Para Carlessi, não há um tempo determinado para a troca de emprego. O profissional pode permanecer 15 anos em uma mesma empresa e ter desafios.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;A troca de emprego deve ser feita quando o profissional se vê em uma rotina, ou seja, seu trabalho não oferece mais desafios e ele está na zona de conforto&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Entretanto, o consultor faz uma ressalva: a troca constante de emprego é prejudicial à carreira, já que todo mundo precisa de um tempo de maturação para obter resultados e consolidar o seu trabalho.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Cuidado!&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Para finalizar, Carlessi aconselha ao profissional que não faça uma troca de emprego de forma impulsiva. &#38;quot;Mesmo quem está procurando um novo emprego precisa analisar bem a proposta antes de aceitá-la, pois o mercado, agora, exige mais reflexão&#38;quot;.&#60;/p&#62;&#60;/blockquote&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://www.administradores.com.br/noticias/em_tempos_de_crise_e_indicado_trocar_de_emprego/21421/&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.administradores.com.br/noticias/em_tempos_de_crise_e_indicado_trocar_de_emprego/21421/&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
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<title>FD on "Trabalho: homens queixam-se mais de pressão e mulheres de pouco reconhecimento"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/trabalho-homens-queixam-se-mais-de-pressao-e-mulheres-de-pouco-reconhecimento#post-65</link>
<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 16:39:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">65@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;blockquote&#62;&#60;p&#62;Psicóloga explica como reduzir sofrimento no emprego&#60;br /&#62;
Trabalho: homens queixam-se mais de &#38;quot;pressão&#38;quot; e mulheres de &#38;quot;pouco reconhecimento&#38;quot;&#60;br /&#62;
04.03.2009 - 20h36 Lusa&#60;br /&#62;
O &#38;quot;excesso de pressão&#38;quot; é o principal problema que os homens dizem enfrentar no trabalho, enquanto as mulheres apontam com mais frequência o &#38;quot;pouco reconhecimento&#38;quot;, garante a psicóloga Maria Jesus Reyes, autora do livro &#38;quot;Trabalhar sem sofrer&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A psicóloga, com larga experiência na área do trabalho em Espanha e na América Latina, explica que os maiores problemas vividos pelos homens no trabalho são o excesso de pressão, a que se segue a necessidade de reconhecimento e, finalmente, a dificuldade em conciliar a vida profissional e a familiar. Já no que toca às mulheres, costumam referir em primeiro lugar o pouco reconhecimento do seu trabalho, depois a conciliação entre a profissão e a família e, finalmente, a pressão, afirma a psicóloga, com base na sua experiência.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Sem distinção de género surgem depois os problemas com os colegas e, mais especificamente, as questões da inveja, da mentira e da progressão profissional sem ética.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Segundo a psicóloga, ser optimista, não dizer mal dos colegas, definir prioridades, não esticar inutilmente o horário e reservar meia hora por dia para reflectir nos objectivos são &#38;quot;truques&#38;quot; para ser feliz no trabalho e, consequentemente, na vida. Maria Jesus Reyes garante ainda que na maioria das vezes não é uma mudança de trabalho que resolve problemas como &#38;quot;chefes difíceis, colegas agressivos ou muitas horas&#38;quot; passadas no emprego.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Para aproveitar o melhor possível os 2/3 da vida que se passa a trabalhar, a investigadora recomenda &#38;quot;desligar do trabalho&#38;quot; quando se chega a casa. Não o fazer é ter um &#38;quot;bilhete para a infelicidade e [para] contaminar a vida&#38;quot; com essa infelicidade, considera.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Outra recomendação da psicóloga para um trabalho &#38;quot;sem sofrimento&#38;quot; é não responder a provocações e falar directamente com o colega com quem se tem problemas, em vez de andar a comentar com outros.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A produtividade ideal não deve ter mais do que uma jornada de oito horas, considera ainda Maria Jesus Reyes, garantindo que se tal não acontecer é por problemas de gestão ou organização.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Sobre os chefes, a psicóloga acredita que nem sempre são a melhor escolha para o cargo, sublinhando que para mandar bem é necessário ter a &#38;quot;imparcialidade de um juiz e a generosidade de um líder&#38;quot;. A psicóloga defende que o importante é cada pessoa desenvolver a sua &#38;quot;melhor versão&#38;quot;, usando a inteligência emocional, e viver com optimismo.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A especialista garante também que se pode estar pouco tempo no desemprego. &#38;quot;Em tempo de crise, é muito pouco frequente alguém vir buscar-nos a casa&#38;quot;, destaca. Por isso, o melhor é fazer passar a palavra entre a rede de conhecidos e treinar as capacidades de comunicação para provar ao futuro empregador que está na presença do melhor empregado que poderá ter, aconselha.&#60;/p&#62;&#60;/blockquote&#62;
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<title>FD on "Quer ser mais produtivo no trabalho? Saiba como"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/quer-ser-mais-produtivo-no-trabalho-saiba-como#post-38</link>
<pubDate>Sat, 28 Fev 2009 22:10:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
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<description>&#60;blockquote&#62;&#60;p&#62;Aumentar a competitividade no trabalho nem sempre é fácil, mas a verdade é que é, um dos pilares base para aumentar os resultados da empresa e, desta forma, conseguir salvaguardar o seu emprego.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Uma regra de ouro, principalmente numa altura de crise e de anúncios quase diários de desemprego. A «partner» da consultora Neves de Almeida, Isabel Rita, dá algumas dicas em entrevista à Agência Financeira.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Medir a satisfação&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Como se mede a motivação? É simples, as consultoras desenvolvem vários estudos, em que o trabalhador tem de responder a questões, tais como: o chefe conhece-me? Elogia o meu trabalho? E através das respostas é possível medir o estado de satisfação.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;«As organizações devem estar preparadas para motivar a equipa como um todo, mas também para terem um plano de desenvolvimento individual. Sempre que somos compreendidos, sempre que alguém se preocupa connosco, isso é um factor de motivação», acrescenta a consultora.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;PME pouco sensíveis na motivação de equipas&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O que é certo é que o grande trabalho a fazer cabe às equipas de recursos humanos. «As empresas tem de saber qual o papel de cada um na organização. Se estes aspectos forem contemplados numa gestão do dia a dia, algumas questões como a ansiedade e a perturbação ficariam dissipados», revela Isabel Rita.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A responsável reconhece, no entanto, que este trabalho tem sido feito mais nas grandes companhias, já que nas pequenas e médias empresas (PME) «ainda há muito trabalho a fazer».&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A «facilidade» com que os resultados apareciam contribuíram, no entender da mesma, para que as PME não tenham dado a devida atenção para a necessidade de motivar equipas.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;«Até há pouco tempo, as empresas apresentavam resultados mesmo que os seus líderes não tivessem competência nesta matéria, nunca passaram por um momento em que valorizassem a liderança como um elemento diferenciador».&#60;/p&#62;&#60;/blockquote&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://diario.iol.pt/economia/motivacao-trabalho-emprego-pme-neves-de-almeida-satisfacao/1045878-4058.html&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://diario.iol.pt/economia/motivacao-trabalho-emprego-pme-neves-de-almeida-satisfacao/1045878-4058.html&#60;/a&#62;&#60;/p&#62;
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