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<title>FórumEmprego.net Tag: iefp - Recent Posts</title>
<link>http://forumemprego.net/</link>
<description>Falar sobre emprego, desemprego, trabalho, formação</description>
<language>en</language>
<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 17:55:24 +0000</pubDate>

<item>
<title>FD on "IEFP arranja trabalho a 10% dos desempregados por 550 euros por mês"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/iefp-arranja-trabalho-a-10-dos-desempregados-por-550-euros-por-mes#post-193</link>
<pubDate>Tue, 07 Abr 2009 08:44:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">193@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;Raquel  Martins&#60;br /&#62;
&#60;a href=&#34;mailto:raquelmartins@negocios.pt&#34;&#62;raquelmartins@negocios.pt&#60;/a&#62;&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Os desempregados que conseguiram voltar a entrar no mercado de trabalho através dos centros de emprego aumentaram no ano passado, mas o salário oferecido continua a ser baixo e as profissões que têm mais saída são pouco qualificadas.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Em 2008, os centros do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) conseguiram colocar 56.732 pessoas, o número mais elevado dos últimos cinco anos, mas que representa apenas 9,7% dos 586 mil desempregados que se inscreveram ao longo do ano.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Estes dados constam do relatório anual do IEFP, que revela que, apesar do crescimento do desemprego (11,7%), os centros conseguiram aumentar as ofertas de trabalho (6,9%) e colocar mais gente (6,6%).&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&#38;amp;id=361762&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&#38;amp;id=361762&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "IEFP compromete-se a garantir 74 mil empregos"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/iefp-compromete-se-a-garantir-74-mil-empregos#post-157</link>
<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 15:49:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">157@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;Por CATARINA ALMEIDA PEREIRA&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Objectivo implica a subida de 15% face ao que foi conseguido no ano passado. Os dois primeiros meses do ano não foram favoráveis: o número de colocações caiu 24% em Fevereiro porque as ofertas também desceram.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Num ano particularmente difícil, o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) compromete-se a aumentar em 15% o número de colocações de desempregados.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O relatório de actividades do IEFP estabelece o objectivo de conseguir 74 mil colocações, depois das 64 mil alcançadas no ano passado. O número está a crescer há três anos, mas fica consecutivamente abaixo das previsões. A degradação da situação económica é o obstáculo óbvio, explica Francisco Madelino, presidente do IEFP, mas não é o único. Ao registar as ofertas, as empresas submetem-se a algum escrutínio em relação à existência de dívidas ao Estado ou aos trabalhadores, ao licenciamento ou à conformidade com outras normas legais. &#38;quot;É como uma maior presença do Estado&#38;quot;, que as empresas evitam, admite o responsável. &#38;quot;Depois, há outras empresas perfeitamente estruturadas que vêem o IEFP como um meio de colocação de pessoas em segmentos menos qualificados&#38;quot;. Uma imagem &#38;quot;que tem de ser superada&#38;quot;, acrescenta o responsável. O esforço está a ser feito, segundo declara, através &#38;quot;da formação ou da assinatura de protocolos com grandes grupos económicos&#38;quot;, nomeadamente no sector da distribuição.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O Instituto Nacional de Estatística questiona os inquiridos sobre os procedimentos adoptados para encontrar trabalho. 60% dos 427 mil desempregados registados no ano passado contactaram um centro de emprego; metade dirigiu-se directamente à empresa; 36% estabeleceram contactos com conhecidos ou sindicatos.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Colocações caem 20%&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O início do ano não foi fácil. Em Janeiro e Fevereiro os centros de emprego registaram pouco mais de 7700 colocações, o que representa uma queda de 18% em relação ao ano passado, ainda mais acentuada em Fevereiro (24%, a maior desde 2001). Ao longo destes dois meses inscreveram-se nos centros de emprego mais de 130 mil pessoas como desempregadas. A autocolocação e a adesão a programas de formação não estão aqui considerados, esclarece o responsável.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Os dados confirmam a predominância de colocações em segmentos menos qualificados: operários, trabalhadores não qualificados , vendedores e empregados de escritório têm maiores probabilidades de encontrar um emprego através do IEFP.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Em mercados onde a informação é plena [como os mais qualificados], as empresas só recorrem ao IEFP quando precisam de algum tipo de apoio&#38;quot;, acrescenta Francisco Madelino. O salário oferecido ronda, segundo refere, os 550 euros negociáveis.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A evolução do número de ofertas pode ajudar a explicar a quebra nas colocações: em Fevereiro, o número de novas ofertas desceu 26% em termos homólogos, numa queda generalizada a todas as regiões do País.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://dn.sapo.pt/bolsa/emprego/interior.aspx?content_id=1183175&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://dn.sapo.pt/bolsa/emprego/interior.aspx?content_id=1183175&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Mais de 53 mil novos desempregados em dois meses"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/mais-de-53-mil-novos-desempregados-em-dois-meses#post-134</link>
<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 11:10:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">134@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;Nuno  Carregueiro&#60;br /&#62;
&#60;a href=&#34;mailto:nc@negocios.pt&#34;&#62;nc@negocios.pt&#60;/a&#62;&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O número de desempregados inscritos nos centros de emprego disparou 17,7 %, em Fevereiro, face ao mesmo mês de 2008, o que representa a maior subida desde Dezembro de 2003. Nos dois primeiros meses deste ano o número de novos desempregados já supera os 53 mil.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Segundo os dados divulgados hoje pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), no final do mês de Fevereiro de 2009, estavam registados, nos Centros de Emprego do Continente e Regiões Autónomas, 469.299 desempregados.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Este valor representa um agravamento de 21.333 face ao registado no final de Janeiro e de 53.294 contra o registado no fim de 2008, altura em que estavam registados 416.005 desempregados.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Estes dados confirmam que o desemprego está a aumentar fortemente em Portugal, à medida que se acentua a crise económica.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O relatório hoje revelado pelo IEFP adianta que contra Fevereiro de 2008 o número de desempregados aumentou 17,7%. O aumento do desemprego verificou-se em ambos os géneros, mantendo os homens um acréscimo percentual mais acentuado, com um aumento homólogo de 30,7%.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Todos os níveis de habilitação escolar apresentavam em Fevereiro mais desempregados do que há um ano. Os que possuíam o 2º e 3º ciclos do ensino básico tiveram os aumentos percentuais mais elevados, respectivamente +25,4% e +24,2%. Já os habilitados com um nível superior de instrução totalizaram 40 915 registos, tendo apresentado um aumento de 5,3% comparativamente a Fevereiro de 2008.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Cerca de dois terços dos inscritos nos centros de emprego não têm trabalho há menos de um ano, com o desemprego de longa duração a afectar 32,4% do total.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Os dados regionais mostram o aumento do desemprego em todas as regiões do País, não só em termos anuais como mensais. As regiões Centro, Alentejo, Algarve e Madeira registaram acréscimos anuais superiores à média do País (+17,7%), destacando-se o Algarve com +40,5%.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&#38;amp;id=360140&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&#38;amp;id=360140&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Algarve é a região que mais afectada pelo desemprego"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/algarve-e-a-regiao-que-mais-afectada-pelo-desemprego#post-133</link>
<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 11:09:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">133@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;A região do Algarve foi a que mais sofreu com o aumento do desemprego em Fevereiro, ao registar um crescimento de 40,5 por cento face ao mesmo mês de 2008.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;De acordo com os dados do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) hoje divulgados, o desemprego aumentou em todas as regiões do país em Fevereiro, tanto face ao mesmo mês de 2008, como em relação a Janeiro deste ano, com a região do Algarve a registar a maior subida.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Face a Janeiro, o número de inscritos nos centros de emprego daquela região aumentou 5,4 por cento.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;As regiões Centro, Alentejo e Madeira registaram igualmente acréscimos superiores à média do país (17,7 por cento).&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A Madeira subiu 22,8 por cento para 10.789 incritos, seguida do Centro - que aumentou 18,6 por cento para 71.108 inscritos - e do Alentejo - que cresceu 18 por cento para 21.955 individuos.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Os Açores foram a região do país onde o número de incritos menos subiu, mas ainda assim o número de incritos nos centros de emprego elevou-se 15,5 por cento face ao mês homólogo, para 4.928 pessoas.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;No Norte, a região do país que concentra o maior número de desempregados (43,1 por cento do total) ocorreu um crescimento homólogo de 15,8 por cento para 202.053 inscritos, o que representa uma subida mensal de 5,4 por cento, para 202.053 indivíduos.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Os centros de emprego de Lisboa e Vale do Tejo (com um peso de 29,3 por cento do total) tinham no final de Fevereiro 137.694 inscritos, mais 17 por cento do que no mesmo mês de 2008.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&#38;amp;op=view&#38;amp;fokey=ex.stories/504721&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&#38;amp;op=view&#38;amp;fokey=ex.stories/504721&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
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<title>FD on "Menos estudos mais desemprego"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/menos-estudos-mais-desemprego#post-116</link>
<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 09:10:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">116@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;HABILITAÇÕES ESCOLARES A CONDICIONAR&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Infelizmente, a falta de trabalho é uma realidade transversal a toda a sociedade, mas o grau de qualificação escolar parece ainda ter algum peso. O número de desempregados com habilitações escolares ao nível do ensino básico voltou a aumentar em 2008, enquanto as ofertas de trabalho promovidas nos centros de emprego preencheram, em maioria, empregos pouco ou nada qualificados, segundo uma avaliação do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O relatório &#38;quot;Situação do Mercado de Emprego&#38;quot; revela que, depois de um decréscimo entre 2006 e 2007, o número de desempregados sem habilitações escolares voltou a aumentar no ano passado face aos 12 meses precedentes: a título de exemplo, mais 4,6 por cento para os 21.728 no total de desempregados sem nenhum nível de instrução ou mais 2,7% (para 119.557) com o 1.º ciclo do básico. Já o número de desempregados com habilitação ao nível do secundário aumentou 7,2% (para 70.486), enquanto os desempregados com o ensino superior concluído diminuíram 4,2%, para 37.176 indivíduos.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O IEFP refere ainda que os centros de emprego do continente &#38;quot;efetuaram 61.945 colocações&#38;quot; - o que corresponde a uma subida de 6,6% em relação ao ano anterior -, concluindo que, em 2008, observou-se &#38;quot;um maior número de desempregados inscritos, de ofertas de emprego recebidas e de colocações de desempregados realizadas&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Data: Domingo, 22 Março de 2009 - 0:41&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://www.record.pt/noticia.aspx?id=ef43bf04-cb33-4f7a-856f-24a8555a30ab&#38;amp;idCanal=00000127-0000-0000-0000-000000000127&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.record.pt/noticia.aspx?id=ef43bf04-cb33-4f7a-856f-24a8555a30ab&#38;amp;idCanal=00000127-0000-0000-0000-000000000127&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Filas de 100 metros à porta do centro de emprego começam a ser habituais"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/filas-de-100-metros-a-porta-do-centro-de-emprego-comecam-a-ser-habituais#post-70</link>
<pubDate>Sun, 08 Mar 2009 15:41:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">70@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;blockquote&#62;&#60;p&#62; Ao sol ou à chuva começa a ser habitual, no início de cada mês, uma fila que já dá a volta ao quarteirão, onde cerca de cem pessoas procuram tirar uma senha para se inscrever no centro de emprego de Sintra&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;No inicio de cada mês, por volta das 8:30 da manhã, é possível ver uma avalanche de pessoas que esperam, ao longo de mais de 100 metros de distância do centro de emprego de Sintra, pela abertura de portas do edifício.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Algumas das pessoas que se encontravam no local, quarta-feira, adiantaram à agência Lusa, que esta é uma prática cada vez mais habitual nos primeiros dias de cada mês.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Carlos Manuel da Costa, desempregado há três dias, foi a primeira pessoa a chegar às portas do centro de emprego, depois de no dia anterior ter chegado às 6h00.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;«Estou desempregado e vim para ver se me inscrevo no fundo de desemprego. Já estive cá ontem mas faltava-me um documento portanto voltei cá hoje ainda mais cedo, às 5h30 da manhã», disse à agência Lusa, o munícipe de 58 anos.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Lamentando a enorme fila que encontrou em dois dias consecutivos, Carlos Manuel da Costa, responsabiliza a crise que recentemente obrigou o seu ex-patrão a abdicar dos seus serviços.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;«Há uma crise muito grande de emprego. Eu saí da empresa porque há mesmo falta de trabalho e o meu ex-patrão tem tentado fazer tudo para se esclarecer como é que as leis funcionam», adiantou, acrescentando que o seu antigo patrão «diz que vai a todo o lado mas que ninguém o sabe informar em condições».&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Às 8:45, o recente desempregado Pedro Silva chegou ao local e deparou-se com a presença de mais de cem pessoas à sua frente, tudo para conseguir uma ficha de atendimento.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Na casa dos trinta anos, Pedro Silva, residente em Almargem do Bispo, afirma que desde 2004 que se desloca uma vez por ano ao centro de emprego de Sintra, já que, no local onde trabalha, ao atingir os «dois contratos», volta a ficar «um mês por ano desempregado».&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;«Costumava vir sempre da parte da tarde e pela primeira vez vim de manhã. Assusta-me um bocado olhar para a frente e ver mais de cem pessoas à minha frente», disse, acrescentando não saber «se isto está sempre assim».&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Algumas pessoas que se encontravam no local referiram que esta presença assídua de pessoas ao centro de emprego, se deve à recente crise e aos despedimentos, justificando que é precisamente no final do mês que a maioria dos trabalhadores vê os seus contratos terminados, recorrendo por isso, no início do mês seguinte, ao centro de emprego.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Segundo os dados do Instituto de Emprego e Formação Profissional, em Janeiro, estavam inscritos no centro de emprego de Sintra 14.204 pessoas, sendo que 5.466 se encontram nessa situação há mais de um ano.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Estes números são, segundo o presidente da Associação Empresarial de Sintra (AESINTRA), Manuel do Cabo, «preocupantes» pois existem muitas empresas «que não aguentam esta situação de crise e portanto há reduções do número de postos de trabalho».&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;«Empresas com mais dificuldades acabam por fechar. Faz-se um grande sacrifício para aguentar este barco», disse à Lusa o responsável, elogiando a recente proposta aprovada pela câmara de Sintra que contempla a isenção e redução de taxas municipais, permitindo, por exemplo, que a ocupação do solo de esplanadas e a mudança de horários dos estabelecimentos seja feita sem encargos para os comerciantes.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Segundo Manuel do Cabo, neste tempo de «crise económica» o número de associados da AESINTRA oscila entre os quatro mil e os 4500 «porque há muitas entradas e muitas saídas».&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;«Se por um lado temos empresas que fecham, há efectivamente também empresas que abrem, e muitas. O crescimento do concelho de Sintra vê-se a olhos vistos pois temos cada vez mais pessoas a querer cá morar e isso origina também um crescente aumento do comércio», justificou.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Lusa/SOL&#60;/p&#62;&#60;/blockquote&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=128337&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=128337&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Cursos de Educação e Formação de Adultos"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/cursos-de-educacao-e-formacao-de-adultos#post-13</link>
<pubDate>Mon, 16 Fev 2009 19:24:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">13@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;&#60;strong&#62;O que é&#60;/strong&#62;&#60;br /&#62;
Os Cursos de Educação e Formação de Adultos (cursos EFA) são percursos formativos flexíveis adaptados às competências que os adultos já possuem e que asseguram, simultaneamente, o aumento dos seus níveis de qualificação escolar e profissional, só profissional ou só escolar, tendo em vista melhorar as suas condições de empregabilidade. Conferem certificação escolar e profissional.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;strong&#62;Para quem&#60;/strong&#62;&#60;br /&#62;
Adultos, com idade igual ou superior a 18 anos sem a qualificação adequada ao mercado de trabalho e, prioritariamente, sem a conclusão do ensino básico ou do ensino secundário&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Os destinatários dos cursos EFA de nível secundário, em regime diurno ou a tempo integral, têm de ter idade igual ou superior a 23 anos&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;strong&#62;Apoios&#60;/strong&#62;&#60;br /&#62;
Bolsa de formação em acções com pelo menos 200 horas e realizadas a tempo completo&#60;br /&#62;
Subsídio de refeição&#60;br /&#62;
Despesas de transporte&#60;br /&#62;
Despesas de acolhimento&#60;br /&#62;
Subsídio de alojamento&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;strong&#62;Onde&#60;/strong&#62;&#60;br /&#62;
Centros de Formação Profissional do IEFP&#60;br /&#62;
Estabelecimentos de Ensino Público, Particular ou Cooperativo&#60;br /&#62;
Outras Entidades Formadoras Acreditadas&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Para saber mais: &#60;a href=&#34;http://www.novasoportunidades.gov.pt/&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.novasoportunidades.gov.pt/&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>

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